
Nasceu sob a presidência portuguesa e foi, hoje, assinado o tratado reformador que recebeu o nome da nossa capital.
Até aqui, tudo bem.
Assisti à cerimónia em casa, depois de chegar da faculdade, super mal-disposta, vinda de um teste miserável.
Bem, tenho um pequeno reparo a fazer - assim só um coisinha pequena que queria apontar (além da questão da música extremamente irritante e estupidamente repetitiva que se ouvia de fundo, enquanto os senhores assinavam o dito Tratado, claro):
Ora vamos lá a saber, quem foi a criatura de Deus que teve a ideia peregrina de convidar a Dulce Pontes para o "momento musical" depois da assinatura do Tratado?!? (Quanto à Sô. dona Dulce, pelo amor de Deus, alguém que lhe enfie uma rolha na boca e a cale de vez!)
É que a cerimónia nem estava a correr mal - pelo menos foi o que me pareceu, se bem que eu não sou uma grande entendida nestes assuntos.
Aparentemente, estava tudo nos conformes.
Epa, mas quando eu ouço o locutor a dizer "Cá está, e agora, uma senhora da música portuguesa que, em qualquer parte do mundo, dispensa apresentações: Dulce Pontes!" até se me ia caindo a alma aos pés!
O berreiro que aquilo foi, Virgem Santíssima!
(suspiro)
Deus me dê paciência...